- Se possível, gostaria de visitar o local onde enterrou-a, um dia. - respondeu o mago, antes de se afastar, como se desse um comunicado.
Estavam todo prontos, em tese. Amon sugeriu que pegassem quaisquer cavalos que pudessem ter ali para agilizar a viagem, mas a idéia foi cortada na raiz pela simples ausência dos ditos animais. Teriam de viajar a pé mesmo.
Razlik se pôs à frente, com um algibeira bem cheia.
- Encontrei isso com os corpos. Os vivos precisam mais disso que os mortos não é mesmo? - disse ele, explicando estar disposto a dividir o dinheiro igualmente. Haviam, ao todo, trezentas moedas que recolhera dos corpos. Isso dava, considerando o grupo todo, vinte moedas para cada um. Cada pessoa tomou sua parcela e ponto final na divisão.
- Estamos prontos, vamos partir logo. - disse Duran, levantando suas coisas e pondo-se a caminhar, um primeiro passo de muitos que seguiriam.
À princípio, a viagem se deu bem monótona. Cansados do combate, os guerreiros respiravam aliviados. Com o grupo até maior do que na primeira viagem, conversavam entre si com frequência, andando num bom ritmo.